Quando procurar ajuda profissional para a saúde mental do seu filho?
- Isis Marcelino
- 27 de jan.
- 3 min de leitura

Buscar ajuda não é exagero. É cuidado.
Muitos pais percebem que algo não vai bem com seus filhos, mas hesitam em procurar ajuda profissional.
O medo de “estar exagerando”, de rotular a criança ou de ouvir algo que não esperavam ainda é muito comum.
Mas a verdade é simples e importante:
👉 quanto mais cedo o cuidado começa, maiores são as chances de desenvolvimento saudável.
Procurar ajuda não significa que existe um problema grave. Significa que existe atenção, responsabilidade e amor.
Quando observar deixa de ser suficiente?
Observar o comportamento da criança faz parte do cuidado parental.
O momento de buscar ajuda profissional chega quando os sinais deixam de ser pontuais e passam a interferir na vida da criança e da família.
É indicado procurar orientação quando:
Mudanças de comportamento persistem por semanas
A criança demonstra sofrimento emocional frequente
Há impacto no sono, na alimentação ou na escola
O convívio social se torna difícil
A família sente que já tentou ajustes sem melhora
Esperar demais pode tornar o processo mais longo e desgastante.
Sinais comuns que indicam a necessidade de avaliação
Alguns sinais aparecem de forma clara, outros são mais sutis. Ambos merecem atenção.
Entre os sinais mais comuns estão:
Tristeza constante ou irritabilidade excessiva
Ansiedade intensa ou medos desproporcionais
Isolamento social
Agressividade frequente
Dificuldade de concentração e aprendizado
Alterações importantes no sono
Regressões no comportamento
Nem todos esses sinais indicam um transtorno, mas todos indicam que algo precisa ser compreendido melhor.
O que a avaliação profissional realmente faz?
A avaliação não é um rótulo.
Ela é um processo de escuta, observação e orientação.
O objetivo é:
Entender o que a criança está expressando por meio do comportamento
Identificar se há questões emocionais, cognitivas ou neurológicas envolvidas
Orientar a família sobre os próximos passos
Definir se há necessidade de acompanhamento e qual o mais adequado
Muitas vezes, apenas a orientação correta já traz alívio e organização para a rotina familiar.
Quais profissionais podem ajudar em cada situação?
A saúde mental infantil é ampla e, por isso, o cuidado costuma ser multidisciplinar.
Dependendo do caso, o acompanhamento pode envolver:
Psicologia infantil, para questões emocionais e comportamentais
Psicopedagogia, quando há impacto no aprendizado
Fonoaudiologia, em dificuldades de comunicação e linguagem
Terapia ocupacional, para rotina, autorregulação e questões sensoriais
Avaliação neurológica infantil, quando há suspeita de alterações do neurodesenvolvimento
Cada criança é única e o cuidado deve respeitar essa individualidade.
Prevenção também é saúde mental
Nem sempre o acompanhamento acontece porque algo já está “errado”.
Muitas famílias buscam ajuda de forma preventiva, para:
Ajudar a criança a lidar melhor com emoções
Organizar a rotina e os limites
Facilitar a adaptação escolar
Apoiar fases de transição ou mudanças importantes
A prevenção reduz sofrimento futuro e fortalece o desenvolvimento emocional.
O medo do julgamento não pode impedir o cuidado
Buscar ajuda profissional ainda carrega estigmas que precisam ser quebrados.
Cuidar da saúde mental do seu filho não é sinal de fraqueza.
É sinal de presença, responsabilidade e compromisso com o futuro.
Quanto mais cedo o cuidado acontece, mais leve costuma ser o processo.
A Só Crianças e o cuidado completo com a saúde mental infantil
A Clínica Só Crianças é referência em saúde mental e desenvolvimento infantil, com uma equipe multidisciplinar preparada para acolher, orientar e acompanhar cada criança com responsabilidade e sensibilidade.
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Cuidar da saúde mental do seu filho é um passo de amor, consciência e futuro.






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